Existem pessoas que são bastante organizadas e deixam a sua mesa de trabalho limpa e toda certinha, com tudo no seu devido lugar. Por outro lado, há quem não consiga manter a organização, deixando tudo bagunçado, com papéis, canetas, objetos pessoais e até comida, tudo embolado num caos em que só quem é dono consegue se achar.
Seja qual for seu estilo, existem coisas boas que podem ser observadas em cada um, como foi revelado em um estudo recente publicado na revista Psychological Science. A pesquisa descobriu que os indivíduos que trabalhavam em uma sala organizada eram mais propensos a fazer doações de caridade e ter uma alimentação saudável do que aqueles que trabalhavam em um lugar bagunçado.
Já quem trabalhava em uma mesa bagunçada foi avaliado como mais criativo, pois os pesquisadores descobriram que um espaço de trabalho desordenado inspirava mais desafios, saindo das convenções usuais. "Os ambientes bagunçados parecem inspirar a libertação da tradição, que pode produzir novas ideias", disse a líder do estudo, Kathleen Vohs, da Universidade de Minnesota.
Entretanto, para que ninguém seja mal-influenciado por este post... aqui vai um aviso:
FONTES:
http://www.megacurioso.com.br
http://mulher.uol.com.br/
Mostrando postagens com marcador NOTICIAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NOTICIAS. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
NOTICIA TDAH - Remédio usado em derrames pode reverter déficit de atenção
Estudo da Uerj avalia distúrbios comportamentais em filhos de mães que consumiram álcool nos últimos meses de gestação Vimpocetina gera efeitos positivos em roedores
RIO - A vimpocetina, remédio geralmente usado no tratamento a sequelas de derrames, pode reverter os efeitos dos distúrbios neurocomportamentais causados pelo consumo de álcool durante a gestação. É o que diz estudo da Uerj. A pesquisa ainda está em andamento, mas os cientistas já demonstram os primeiros resultados em camundongos.
Após a injeção do medicamento no peritônio, os roedores apresentaram mais facilidades no aprendizado, menos déficit de atenção e até maior capacidade de sociabilização. As dificuldades nestes quesitos costumam aparecer em filhos de mães que ingerem álcool nos últimos meses de gestação.
A substância costuma eliminar neurônios, o que prejudica o desenvolvimento do sistema nervoso. Cláudio Filgueira, professor de fisiologia do Departamento de Ciência Fisiológica da UERJ, observou, porém, que não só mata, como altera o funcionamento das células.
— Esta é uma novidade. Com a vimpocetina, porém, conseguimos eliminar a enzima que controla as transmissões entre os neurônios e ampliar este "diálogo". Ainda falta muito para termos alguma conclusão sobre a possibilidade do uso deste remédio em humanos, mas pode ser uma possibilidade no futuro — diz.
FONTE: http://oglobo.globo.com/saude/remedio-usado-em-derrames-pode-reverter-deficit-de-atencao-6157195
PEQUENO COMENTÁRIO MEU:
A questão é... uma vez eu criei uma enquete numa comunidade TDAH, no qual fiz a sguinte pergunta:
E se surgisse algo que nos deixasse totalmente normais? voce aceitaria?
Posso dizer que muitos não quizeram, até eu penso que talvez, se eu fosse o dito "normal", eu mudaria totalmente quem eu sou. Talvez até para pior...
Alêm do fato de termos que reaprender a pensar e termos de voltar a estaca zero.
E voce?
NOTICIA TDAH - Psiquiatras querem tornar crime preconceito contra transtornos
A Associação Brasileira de Psiquiatria quer tornar crime o preconceito contra pessoas com transtorno ou deficiência mental, batizado de psicofobia. Encampada pelo senador Paulo Davim (PV-RN), a proposta foi apresentada em agosto como emenda ao projeto do novo Código Penal, que tramita no Congresso.
Pela proposta, a psicofobia integrará o mesmo capítulo que trata do racismo e do preconceito de gênero.
Assim, passaria a ser considerada crime, sujeita à prisão de dois a quatro anos, série de ações motivadas pela presença de transtornos ou deficiências mentais, como impedir nomeação a cargo público, demitir de empresa ou vetar acesso a transporte ou estabelecimentos comerciais.
O texto prevê pena maior, de três a seis anos, para os casos em que a presença de deficiência ou transtorno resulte no impedimento de inscrição em estabelecimento de ensino ou na dificuldade de acesso aos recursos necessários para a aprendizagem.
"O Ministério da Saúde estima que o Brasil tenha 46 milhões de pessoas que padecem de transtornos mentais", diz Davim. "O preconceito contra essa população deve ser tratado da mesma forma que o de raça ou gênero."
Para o presidente da ABP, Antonio Geraldo da Silva, a discriminação piora o quadro de saúde mental no país. "O preconceito faz com que as pessoas deixem de procurar tratamento", afirma.
Denise Ghigiarelli, 46, diz já ter vivido essa dificuldade com o filho, Emanuel, 15, diagnosticado com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. "Quando ele era menor, os colegas diziam que ele era retardado porque tinha que tomar remédio. Acabava que muitas vezes ele jogava o medicamento fora."
Ghigiarelli é favorável à inclusão da psicofobia no Código Penal. Ela diz que, se o crime já existisse, teria denunciado a professora que tentou impedir a presença do menino em feira de ciências.
"Ela disse que ele era muito estabanado e não ia participar. Tive que ir lá para intervir", afirma ela, que decidiu trocar o filho de escola.
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1154015-psiquiatras-querem-tornar-crime-preconceito-contra-transtornos.shtml
terça-feira, 21 de agosto de 2012
NOTICIAS TDAH (Mais um TDAH famoso surge ao público)
A apresentadora conta que foi uma criança "danada" e que foi expulsa do catecisma." Até xixi na calça já fiz, com uns 9 anos, para minha mãe ir me buscar mais cedo na escola. Por outro lado, era boa aluna, estava sempre entre os cinco melhores da classe."
“Tenho déficit de atenção, mas não quero tomar remédio, faço psicanálise. Tenho muita dificuldade de focar em algo, faço mil coisas ao mesmo tempo. Sou avoada e estou sempre, sempre mesmo, atrasada para todos os compromissos”, afirmou Sabrina Sato, em entrevista à revista Glamour de agosto.
FONTES:
sexta-feira, 6 de abril de 2012
REVOGADA A LEI DA SEMANA DA DISLEXIA E TDAH EM SANTOS
A notícia esta um pouco atrasada, mas antes tarde do que nunca;
O Diário Oficial de Santos, em sua edição do dia 29 de setembro, traz a publicação da Lei nº 2.776/2011, que revoga a lei de criação da Semana de Diagnóstico da Dislexia nas escolas da Rede Municipal de Ensino.
A proposta de extinção é de autoria do vereador Reinaldo Martins (PT) e foi aprovada pela Câmara Municipal em agosto. Na justificativa, Reinaldo alegou que especialistas são contundentes ao refutar a justificativa científica de doenças como a dislexia e transtornos de déficit de atenção e hiperatividade. Alegam que o diagnóstico delas, tão comuns envolvendo crianças e jovens, serve mais aos interesses da indústria farmacêutica do que ao processo de ensino e educação.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
19/12/2011 COLÉGIO TERÁ QUE IDENIZAR ALUNO POR NÃO TER OFERECIDO ENSINO ADEQUADO
A 4ª Turma Cível do DF não aceitou o recurso do Colégio Tiradentes e manteve a decisão do juiz da 2ª Vara Cível de Ceilândia para condenar a instituição de ensino a indenizar um ex-aluno por não providenciar o ensino adequado. O estudante, diagnosticado com déficit de atenção, foi convidado pela diretoria da escola a procurar outro colégio. Como a decisão foi por maioria, a parte ré ainda pode recorrer.
De acordo com a ação, em 2006, o autor foi diagnosticado com de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade-(TDHA). Em decorrência da doença, observou-se que houve prejuízos em seu rendimento escolar. Para tanto, os pais do aluno solicitaram um modelo pedagógico diferenciado, o que não foi empregado adequadamente pelo colégio.
Em contrapartida à solicitação, no ano de 2009, a pedagoga da instituição de ensino sugeriu ao pai do autor que procurasse outra escola em conduta descrita como proibição de renovação de matrícula, sob o argumento de que o Colégio Tiradentes não teria condições técnicas e recursos humanos para continuar o ensino ao estudante.
Citado, o colégio sustentou ter aplicado tratamento adequado ao aluno. Relatou que o autor foi reprovado em 2006 e 2008 na 5ª e 6ª série respectivamente. Entendeu que a presença dos pais na vida escolar do aluno era insatisfatória. Afirma que apenas recomendou aos pais do aluno que o matriculasse em outra escola com o propósito de estimulo, acreditando que em outro ambiente poderia apresentar aumento do rendimento escolar. Informa ainda que não houve imposição para a saída do aluno.
Na decisão, o juiz buscou inicialmente o artigo 227 da Constituição Federal que diz: "É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão".
Para o julgador, é evidente que um estudante acometido de doença capaz de dificultar o aprendizado possui o direito a um tratamento diferenciado, como forma de assegurar o pleno desenvolvimento. Ressalta que o tratamento diferenciado consiste na tomada de providências capazes de minimizar as dificuldades vivenciadas pelo aluno em condições especiais. "Uma forma de colocá-lo em situação de igualdade para com os demais alunos, dando efetividade ao princípio constitucional da isonomia" afirma o magistrado.
A ação foi julgada parcialmente procedente para condenar o Colégio Tiradentes Ltda a indenizar o aluno a título de danos morais no valor de R$ 15 mil, valores que devem ser corrigidos monetariamente pelo índice do INPC, a contar da publicação desta decisão, bem como sobre os quais deverá incidir juros de mora de 1% ao mês a contar da citação.
FONTE:
http://www.tjdft.jus.br/trib/imp/imp_not
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
MEDICAMENTOS PARA TDAH NÃO AUMENTA O RISCO DE COMPLICAÇÕES CARDIOVASCULARES!!!
Um estudo coletou dados de quatro planos de saúde dos Estados Unidos, e demonstrou que o uso de medicamentos para o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) não aumenta o risco de complicações cardiovasculares graves como a morte súbita cardíaca, infarto do miocárdio (ataque cardíaco) ou acidente vascular cerebral (derrame cerebral).
Sintomas como desantenção, hiperatividade e impulsividade são típicos do TDAH, um transtorno neurobiológico de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. A pesquisa americana avaliou 373.667 indivíduos, entre crianças e adultos, em uso de medicamentos para o TDAH.
Foram identificados os eventos cardiovasculares graves (morte súbita cardíaca, infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral) a partir das informações obtidas junto aos planos de saúde. Estimou-se o risco relativo de complicações cardiovasculares entre os usuários atuais destes medicamentos, em comparação com os não usuários. Os usuários de medicamentos para o TDAH não apresentaram um risco aumentado de eventos cardiovasculares graves.
Este grande estudo não traz evidências atuais de que o uso de uma medicação para o TDAH esteja associado a um risco aumentado de eventos cardiovasculares graves.
FONTES
The New England Journal of Medicine.
Assinar:
Postagens (Atom)






