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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

ARTIGO - PORQUE EU AINDA NÃO QUERO TRABALHAR?



Quando eu comecei o tratamento, eu finalmente comecei a fazer o serviço direito, mas depois de um tempo comecei a procrastinar... bom, este artigo explica bem o porque:

Por que eu não quero para para me organizar?

"Eu tomo medicação TDAH, e isso me ajudou a concentrar-me no trabalho e em casa, mas não tem ajudado com a minha motivação.

 Eu ainda não quero limpar ou se organizar. Porque os medicamentos para déficit de atenção não melhoram minha motivação? "

Muitas pessoas fazem esta pergunta. Soa como se o medicamento não está fazendo o que deve fazer: melhorar o seu foco e sua atenção aos detalhes, tornando as coisas mais fáceis de lembrar, e tornando-o mais consciente do tempo. No entanto, a medicação necessariamente não melhora sua motivação, especialmente para fazer as tarefas que você descreve. Elas provavelmente nunca se tornarão divertidas.

Se o medicamento torna mais fácil para você começar uma tarefa, e manter o foco enquanto você está trabalhando, você pode achar que, com o tempo, você vai se tornar motivados a fazer coisas.

No entanto, se a medicação faz com que seja mais fácil para você iniciar uma tarefa , e manter o foco enquanto você está trabalhando, você pode achar que, com o tempo, você vai se tornar motivados a fazer coisas. Vai tornar-se uma questão de desenvolver uma mentalidade para enfrentar os desafios em vez de evitá-los.

Limpeza pode ser chato, mas você será capaz de apreciar o benefício de fazê-lo e veja-se como capaz de realizá-la. Estes pensamentos sentir-se bem vai aumentar a sua vontade de limpar . A medicação pode ser metade da solução, mas mentalidade é a outra metade - e você precisa de ambos.

FONTE: http://www.additudemag.com

segunda-feira, 12 de março de 2012

ARTIGO - NO MUNDO DA LUA COM BASES CIENTÍFICAS

Estou a caminho de casa, do nada olho para o chão e vejo um caderno de jornal,
Geralmente passaria direto, isso se não tivesse lido um título em negrito escrito numa parte: "NO MUNDO DA LUA..."
Acabei nem ligando se alguem ia me ver catando jornal velho no meio da calçada, e peguei (ainda bem que tinha ninguem perto quando chequei após pegar o jornal)

Li a coluna, gostei e vim postar... (CLIQUE NA IMAGEM PARA AUMENTAR O TAMANHO DELA)

FONTE: REVISTAAG DE A GAZETA (4 DE MARÇO DE 2012)

segunda-feira, 5 de março de 2012

ARTIGO - SONHAR ACORDADO PODE ESTIMULAR O CÉREBRO



Ao contrário do que se acreditava, sonhar acordado estimularia o cérebro e permitiria ao mesmo resolver problemas complexos, segundo um novo estudo.



Este estudo, publicado na revista científica americana Proceedings of the National Academy of Sciences, mostra que uma mente sonhadora aumenta a atividade de várias regiões do cérebro.
O mais intrigante é que as partes do cérebro que permitem resolver problemas complexos apresentam uma atividade intensa quando uma pessoa pensa vagamente. Até hoje, no entanto, acreditava-se que elas ficavam em repouso, explicou à AFP a professora Kalina Christoff, especialista em cérebro e principal autora do estudo.
 

O trabalho, realizado com imagens obtidas por ressonância magnética (IRM), leva a crer também que “viajar” favorece mais a atividade do cérebro do que quando uma pessoa se concentra para executar uma tarefa rotineira, acrescentou Christoff, que é diretora do Laboratório de Ciências Neurológicas da Universidade da Columbia Britânica (UBC), no oeste canadense.
“As pessoas que sonham acordadas não são talvez tão concentradas quando executam uma tarefa, mas elas exigem mais recursos de seu cérebro”, declarou.
O estudo, segundo ela, fará com que mais pessoas revejam seus conceitos. “Nós fomos criados com a ideia de que divagar não é uma boa coisa, quando é totalmente o contrário”, acrescentou.
O ser humano gasta normalmente um terço de seu tempo com a mente vagando enquanto está acordado. “É uma grande parte de nossas vidas, mas isso foi amplamente ignorado pela Ciência”.







sonhando_acordadoSDSD



Finalmente, o grande sonhador está obtendo algum respeito. No passado, sonhar acordado era muitas vezes considerado uma falha da disciplina mental, ou pior. Freud rotulou a característica como infantil e neurótica. Livros de psicologia advertiam que ela poderia levar a psicoses. Neurocientistas reclamavam que as explosões de atividade em exames do cérebro interferiam com seus estudos de funções mentais mais importantes.

Porém, agora que pesquisadores analisaram esses pensamentos desgarrados, eles descobriram que sonhar acordado pode ser consideravelmente comum - e, muitas vezes, bastante útil. Uma mente divagante pode proteger você contra riscos imediatos, e mantê-lo na direção ao buscar objetivos de longo prazo. Sonhar acordado pode ser contraproducente, mas algumas vezes isso estimula a criatividade e ajuda na solução de problemas.
Uma mente divagante pode proteger você contra riscos imediatos, e mantê-lo na direção ao buscar objetivos de longo prazo

Imagine, por exemplo, estas três palavras: ocular, terra, aquecimento. Você consegue pensar em outra palavra que se relacione com as três? Caso não consiga, não se preocupe por enquanto. No momento em que voltarmos a discutir a significância científica deste quebra-cabeça, a resposta pode ocorrer a você através do "efeito incubação", à medida que sua mente divaga para longe do texto deste artigo - e, sim, sua mente provavelmente divagará, não importa o quão brilhante seja o restante desta coluna.

O divagar da mente, segundo definição dos psicólogos, é uma subcategoria do sonhar acordado, que é o termo mais amplo para todos os pensamentos e fantasias ¿ incluindo aqueles momentos em que você deliberadamente se coloca de lado, para imaginar você mesmo ganhando na loteria ou aceitando o prêmio Nobel. Porém, quando você tenta realizar algo e desliza para ¿pensamentos desvinculados à tarefa¿, isso é a mente divagante.

Durante as horas de despertar, a mente das pessoas parece divagar cerca de 30% do tempo, segundo estimativas de psicólogos que interromperam pessoas ao longo do dia para perguntar o quais eram seus pensamentos. Se você está dirigindo por uma estrada reta e vazia, sua mente pode divagar por três quartos do tempo, de acordo com dois dos principais pesquisadores, Jonathan Schooler e Jonathan Smallwood, da Universidade da Califórnia, em Santa Barbara.

"As pessoas deduzem que a mente divagante é algo ruim, mas se não pudéssemos fazer isso durante uma tarefa tediosa, a vida seria terrível", explica Smallwood. "Imagine se você não pudesse escapar mentalmente de um congestionamento".

Você ficaria preso observando a massa de carros parados, um exercício mental que é muito menos agradável do que sonhar com uma praia - e muito menos útil do que imaginar o que fazer assim que sair da estrada. Existe uma vantagem evolutiva com o sistema cerebral da mente divagante, afirma Eric Klinger, psicólogo da Universidade de Minnesota e um dos pioneiros nesse campo.

"Enquanto uma pessoa está ocupada com uma tarefa, esse sistema mantém a pauta maior do indivíduo mais fresca em sua mente", escreve Klinger em 'Handbook of Imagination and Mental Simulation'. "Assim, ele serve como um tipo de mecanismo de lembrete, aumentando a probabilidade de que as outras buscas de objetivos permanecerão intactas - e não se perderão na confusão de se buscar muitos objetivos".

Obviamente, muitas vezes é difícil dizer qual pauta é mais evolutivamente adaptável em dado momento. Se, enquanto o professor dá aula, os alunos começarem a observar colegas do sexo oposto sentados por perto, seus cérebros estarão perdendo conhecimento vital ou trabalhando na pauta mais importante de encontrar um parceiro? Depende da aula.

Mas mente divagante parece claramente uma estratégia duvidosa, se, por exemplo, você está colado demais no carro da frente - e ele freia. Ou, para citar atividades que foram estudadas em laboratório, quando você está sentado sozinho, lendo 'Guerra e Paz' ou 'Razão e Sensibilidade'.

Se a sua mente está em algum outro lugar enquanto seus olhos percorrem as palavras de Tolstoi ou Austen, você está perdendo seu próprio tempo. Seria melhor fechar o livro e fazer algo mais satisfatório ou produtivo do que "leitura desatenciosa", como os pesquisadores chamam isso.

Porém, quando pessoas se sentam num laboratório com nada em pauta, exceto ler um romance e relatar quando sua mente divaga, num período de meia hora eles geralmente relatam de um a três episódios. E esses são apenas os lapsos que eles próprios percebem, graças a seus cérebros divagantes estarem num estado de "meta-consciência", como o fenômeno é chamado por Schooler.

Ele e outros pesquisadores também estudaram as muitas outras ocasiões em que os leitores não percebem suas próprias mentes divagantes, uma condição conhecida na literatura psicológica como "hiperfoco" (para variar, jargão técnico). Quando os pesquisadores interrompiam esporadicamente a leitura dos participantes para perguntar se suas mentes estavam no texto naquele momento, cerca de 10% das vezes eles respondiam que seus pensamentos estavam em outro lugar - mas eles não estavam cientes da divagação até serem questionados a respeito.
"É assombroso pensar que escorregamos para dentro e para fora com tanta frequência que nem mesmo percebemos que tínhamos saído", diz Schooler. "Temos essa intuição de que somos obrigados a saber o que se passa em nossas mentes: penso, logo existo. Esse é o último bastião do que sabemos, e nós nem mesmo sabemos isso tão bem".
A frequência do hiperfoco mais do que dobrou em experimentos de leitura envolvendo fumantes que desejavam um cigarro, e com pessoas que receberam um coquetel de vodka antes de começar a ler "Guerra e Paz".
Além de aumentar a quantidade de divagações, a pessoa deixou o álcool com menos chances de perceber quando sua mente divagava do texto de Tolstoi. Em outro experimento de leitura, os pesquisadores distorceram uma série de frases consecutivas, trocando a posição de dois substantivos em cada uma - da forma como "álcool" e "pessoa" foram trocadas na frase anterior deste parágrafo. No experimento em laboratório, mesmo com os leitores sendo avisados para procurar partes sem sentido em algum lugar da história, apenas a metade deles visualizou as trocas à primeira vista. O restante leu a primeira frase distorcida e continuou adiante, passando por diversas outras antes de notar qualquer coisa fora de ordem.
Para mensurar mais diretamente a divagação mental, Schooler e dois psicólogos da Universidade de Pittsburgh, Erik D. Reichle e Andrew Reinebergm, usaram uma máquina que rastreava o movimento dos olhos dos participantes enquanto liam "Razão e Sensibilidade" numa tela de computador. É bom que Jane Austen não esteja por aqui para ver os resultados do experimento, que deverão aparecer numa das próximas edições da Psychological Science.
Ao comparar os movimentos dos olhos com a prosa na tela, os pesquisadores podiam dizer se alguém estava desacelerando para entender frases complexas ou simplesmente varrendo as letras sem compreender. Eles descobriram que, quando a mente da pessoa divaga, o episódio pode durar até dois minutos.

Exatamente para onde a mente vai nesses momentos? Ao observar pessoas em descanso durante exames cerebrais, neurocientistas identificaram uma "rede padrão" ativada quando as mentes das pessoas estão especialmente livres para divagar. Quando as pessoas assumem uma tarefa, a rede executiva do cérebro se ilumina para emitir comandos, e a rede padrão muitas vezes fica suprimida.

Mas, em alguns episódios de divagação mental, ambas as redes disparam simultaneamente, de acordo com um novo estudo conduzido por Kalina Christoff, da Universidade da Columbia Britânica. Por que as duas redes ficam ativas ainda é motivo de discussão. Uma escola teoriza que a rede executiva está trabalhando para controlar os pensamentos desgarrados e colocar a mente de volta na tarefa.

Outra escola de psicólogos, que inclui os pesquisadores de Santa Barbara, teoriza que as duas redes trabalham sobre pautas além da tarefa imediata. Essa teoria poderia ajudar a explicar por que, segundo alguns estudos, pessoas inclinadas a divagar também conseguem maiores pontuações em testes de criatividade, como o quebra-cabeça de associação de palavras mencionado anteriormente. Talvez, ao colocar as duas redes do cérebro para trabalhar simultaneamente, essas pessoas tenham maior probabilidade de perceber que a palavra que se relaciona com ocular, terra e aquecimento é globo: como em "globo ocular" "globo", e "aquecimento global".

Para encorajar esse processo criativo, Schooler diz, pode ajudar se você sair para correr, caminhar, fizer tricô ou apenas se sentar rabiscando papel - isso porque tarefas relativamente simples parecem libertar sua mente para divagar de maneira produtiva. Mas você também quer ser capaz de se surpreender no momento "eureca".

"Para a criatividade, você precisa que sua mente divague", afirma Schooler, "mas você também precisa ser capaz de perceber que está divagando, e capturar a ideia quando ela aparece. Se Arquimedes encontrasse uma solução na banheira, mas não percebesse que havia tido a ideia, que bem isso lhe teria proporcionado?"

o passado, sonhar acordado era muitas vezes considerado uma falha da disciplina mental, ou pior. Freud rotulou a característica como infantil e neurótica. Livros de psicologia advertiam que ela poderia levar a psicoses. Neurocientistas reclamavam que as explosões de atividade em exames do cérebro interferiam com seus estudos de funções mentais mais importantes.

Porém, agora que pesquisadores analisaram esses pensamentos desgarrados, eles descobriram que sonhar acordado pode ser consideravelmente comum - e, muitas vezes, bastante útil. Uma mente divagante pode proteger você contra riscos imediatos, e mantê-lo na direção ao buscar objetivos de longo prazo. Sonhar acordado pode ser contraproducente, mas algumas vezes isso estimula a criatividade e ajuda na solução de problemas.

Imagine, por exemplo, estas três palavras: ocular, terra, aquecimento. Você consegue pensar em outra palavra que se relacione com as três? Caso não consiga, não se preocupe por enquanto. No momento em que voltarmos a discutir a significância científica deste quebra-cabeça, a resposta pode ocorrer a você através do "efeito incubação", à medida que sua mente divaga para longe do texto deste artigo - e, sim, sua mente provavelmente divagará, não importa o quão brilhante seja o restante desta coluna.

O divagar da mente, segundo definição dos psicólogos, é uma subcategoria do sonhar acordado, que é o termo mais amplo para todos os pensamentos e fantasias ¿ incluindo aqueles momentos em que você deliberadamente se coloca de lado, para imaginar você mesmo ganhando na loteria ou aceitando o prêmio Nobel. Porém, quando você tenta realizar algo e desliza para ¿pensamentos desvinculados à tarefa¿, isso é a mente divagante.

Durante as horas de despertar, a mente das pessoas parece divagar cerca de 30% do tempo, segundo estimativas de psicólogos que interromperam pessoas ao longo do dia para perguntar o quais eram seus pensamentos. Se você está dirigindo por uma estrada reta e vazia, sua mente pode divagar por três quartos do tempo, de acordo com dois dos principais pesquisadores, Jonathan Schooler e Jonathan Smallwood, da Universidade da Califórnia, em Santa Barbara.

"As pessoas deduzem que a mente divagante é algo ruim, mas se não pudéssemos fazer isso durante uma tarefa tediosa, a vida seria terrível", explica Smallwood. "Imagine se você não pudesse escapar mentalmente de um congestionamento".

Você ficaria preso observando a massa de carros parados, um exercício mental que é muito menos agradável do que sonhar com uma praia - e muito menos útil do que imaginar o que fazer assim que sair da estrada. Existe uma vantagem evolutiva com o sistema cerebral da mente divagante, afirma Eric Klinger, psicólogo da Universidade de Minnesota e um dos pioneiros nesse campo.

"Enquanto uma pessoa está ocupada com uma tarefa, esse sistema mantém a pauta maior do indivíduo mais fresca em sua mente", escreve Klinger em 'Handbook of Imagination and Mental Simulation'. "Assim, ele serve como um tipo de mecanismo de lembrete, aumentando a probabilidade de que as outras buscas de objetivos permanecerão intactas - e não se perderão na confusão de se buscar muitos objetivos".

Obviamente, muitas vezes é difícil dizer qual pauta é mais evolutivamente adaptável em dado momento. Se, enquanto o professor dá aula, os alunos começarem a observar colegas do sexo oposto sentados por perto, seus cérebros estarão perdendo conhecimento vital ou trabalhando na pauta mais importante de encontrar um parceiro? Depende da aula.

Mas mente divagante parece claramente uma estratégia duvidosa, se, por exemplo, você está colado demais no carro da frente - e ele freia. Ou, para citar atividades que foram estudadas em laboratório, quando você está sentado sozinho, lendo 'Guerra e Paz' ou 'Razão e Sensibilidade'.

Se a sua mente está em algum outro lugar enquanto seus olhos percorrem as palavras de Tolstoi ou Austen, você está perdendo seu próprio tempo. Seria melhor fechar o livro e fazer algo mais satisfatório ou produtivo do que "leitura desatenciosa", como os pesquisadores chamam isso.

Porém, quando pessoas se sentam num laboratório com nada em pauta, exceto ler um romance e relatar quando sua mente divaga, num período de meia hora eles geralmente relatam de um a três episódios. E esses são apenas os lapsos que eles próprios percebem, graças a seus cérebros divagantes estarem num estado de "meta-consciência", como o fenômeno é chamado por Schooler.

Ele e outros pesquisadores também estudaram as muitas outras ocasiões em que os leitores não percebem suas próprias mentes divagantes, uma condição conhecida na literatura psicológica como "hiperfoco" (para variar, jargão técnico). Quando os pesquisadores interrompiam esporadicamente a leitura dos participantes para perguntar se suas mentes estavam no texto naquele momento, cerca de 10% das vezes eles respondiam que seus pensamentos estavam em outro lugar - mas eles não estavam cientes da divagação até serem questionados a respeito.
"É assombroso pensar que escorregamos para dentro e para fora com tanta frequência que nem mesmo percebemos que tínhamos saído", diz Schooler. "Temos essa intuição de que somos obrigados a saber o que se passa em nossas mentes: penso, logo existo. Esse é o último bastião do que sabemos, e nós nem mesmo sabemos isso tão bem".
A frequência do hiperfoco mais do que dobrou em experimentos de leitura envolvendo fumantes que desejavam um cigarro, e com pessoas que receberam um coquetel de vodka antes de começar a ler "Guerra e Paz".
Além de aumentar a quantidade de divagações, a pessoa deixou o álcool com menos chances de perceber quando sua mente divagava do texto de Tolstoi. Em outro experimento de leitura, os pesquisadores distorceram uma série de frases consecutivas, trocando a posição de dois substantivos em cada uma - da forma como "álcool" e "pessoa" foram trocadas na frase anterior deste parágrafo. No experimento em laboratório, mesmo com os leitores sendo avisados para procurar partes sem sentido em algum lugar da história, apenas a metade deles visualizou as trocas à primeira vista. O restante leu a primeira frase distorcida e continuou adiante, passando por diversas outras antes de notar qualquer coisa fora de ordem.
Para mensurar mais diretamente a divagação mental, Schooler e dois psicólogos da Universidade de Pittsburgh, Erik D. Reichle e Andrew Reinebergm, usaram uma máquina que rastreava o movimento dos olhos dos participantes enquanto liam "Razão e Sensibilidade" numa tela de computador. É bom que Jane Austen não esteja por aqui para ver os resultados do experimento, que deverão aparecer numa das próximas edições da Psychological Science.
Ao comparar os movimentos dos olhos com a prosa na tela, os pesquisadores podiam dizer se alguém estava desacelerando para entender frases complexas ou simplesmente varrendo as letras sem compreender. Eles descobriram que, quando a mente da pessoa divaga, o episódio pode durar até dois minutos.

Exatamente para onde a mente vai nesses momentos? Ao observar pessoas em descanso durante exames cerebrais, neurocientistas identificaram uma "rede padrão" ativada quando as mentes das pessoas estão especialmente livres para divagar. Quando as pessoas assumem uma tarefa, a rede executiva do cérebro se ilumina para emitir comandos, e a rede padrão muitas vezes fica suprimida.

Mas, em alguns episódios de divagação mental, ambas as redes disparam simultaneamente, de acordo com um novo estudo conduzido por Kalina Christoff, da Universidade da Columbia Britânica. Por que as duas redes ficam ativas ainda é motivo de discussão. Uma escola teoriza que a rede executiva está trabalhando para controlar os pensamentos desgarrados e colocar a mente de volta na tarefa.

Outra escola de psicólogos, que inclui os pesquisadores de Santa Barbara, teoriza que as duas redes trabalham sobre pautas além da tarefa imediata. Essa teoria poderia ajudar a explicar por que, segundo alguns estudos, pessoas inclinadas a divagar também conseguem maiores pontuações em testes de criatividade, como o quebra-cabeça de associação de palavras mencionado anteriormente. Talvez, ao colocar as duas redes do cérebro para trabalhar simultaneamente, essas pessoas tenham maior probabilidade de perceber que a palavra que se relaciona com ocular, terra e aquecimento é globo: como em "globo ocular" "globo", e "aquecimento global".

Para encorajar esse processo criativo, Schooler diz, pode ajudar se você sair para correr, caminhar, fizer tricô ou apenas se sentar rabiscando papel - isso porque tarefas relativamente simples parecem libertar sua mente para divagar de maneira produtiva. Mas você também quer ser capaz de se surpreender no momento "eureca".

"Para a criatividade, você precisa que sua mente divague", afirma Schooler, "mas você também precisa ser capaz de perceber que está divagando, e capturar a ideia quando ela aparece. Se Arquimedes encontrasse uma solução na banheira, mas não percebesse que havia tido a ideia, que bem isso lhe teria proporcionado?"

 FONTE:
http://noticias.terra.com.br/ 
VANCOUVER, Canadá (AFP) – Publicado em por Érico Souza

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

ARTIGO - PROCRASTINAÇÃO

Como procrastinação é um pess na vida dos TDAH'S, vai aqui uma matéria que saiu no yahoo, para quem não viu....







Procrastinar é algo de que pouco se fala, mas que muito se faz. Embora "embromação" possa ser um de seus quase sinônimos populares, a procrastinação vai um pouco além disso. É um comportamento crônico nocivo, embora muito comum. 


É aquele hábito de deixar tudo para depois: uma tarefa "chata", os estudos, o regime alimentar, as práticas físicas, o abandono de um vício, passar a economizar – coisas que sabemos que precisamos fazer, mas que, por inúmeras razões, ficamos adiando; muitas vezes nos enganando com desculpas frágeis e, não raro, falsas.


O procrastinador é alguém faz várias coisas ao mesmo tempo, exatamente para não fazer aquilo que realmente deve ser feito. Quando pensa no que de fato tem de fazer, sente-se preso e sem reação. 


As consequências não raro são danosas, especialmente a longo prazo, quando, olhando pra trás, se percebe quanto tempo foi jogado fora por falta de ação objetiva. 




Ao deixar de cumprir certas obrigações, decepcionamos alguém e perdemos credibilidade e oportunidades. Isso se percebe claramente na vida conjugal, no convívio familiar e na carreira profissional. Depois ficamos observando a trajetória de outras pessoas, que entraram em forma, ganharam conhecimentos e avançaram profissionalmente.


Quando vejo pessoas querendo empreender grandes mudanças de imediato, sei que estou diante de um procrastinador, porque ele fica inativo por muito tempo e, depois que percebe nos outros o quanto não evoluiu, resolve mudar tudo de uma vez.


É óbvio que não vai conseguir, porque as nossas grandes realizações são conquistadas aos poucos.


Desse modo, novamente derrotada, essa pessoa tende a desanimar e voltar a procrastinar novamente, repetindo um ciclo fadado à infelicidade.


Enquanto procrastina, a pessoa vai absorvendo estresse por uma oculta sensação de culpa, sentindo a sua perda de produtividade e cultivando vergonha em relação aos demais, por não conseguir cumprir seus compromissos.


A formação de um “enrolador” muitas vezes começa na infância. Crianças podem tornar-se procrastinadoras no futuro por conta do tratamento que recebem dos adultos. Daí a conveniência de revermos constantemente as nossas crenças, para nos livrarmos de influências negativas que adquirimos ao longo da vida.


Duas das vertentes mais clássicas são: 


- A criança extremamente protegida, condicionada a achar que sempre alguém fará por ela. Quando adulta, ela tenderá, inconscientemente, a sentir-se insegura para agir, por não ter alguém auxiliando-a.


- A criança que é exageradamente cobrada. Ela pode desenvolver a característica do perfeccionismo. Assim, ela tende à procrastinação por acreditar que, mesmo se dedicando, não conseguirá realizar as coisas de modo primoroso – e acaba postergando tudo o que acha importante.


Tratamento
A procrastinação crônica é quase sempre associada a alguma disfunção psicológica ou fisiológica. Portanto, é passível de tratamento.


Quando recebo pacientes procrastinadores, incluo no tratamento algumas recomendações que ajudam muito a livrá-los dessa anomalia. Eis algumas:


  • -Reconheça, quando está enrolando, que pode haver mais dor em procrastinar do que em realizar a tarefa. Muita coisa é menos complicada do que parece ser.
  • Não deixe aquele afazer chato por último, para que ele não se torne urgente e o apavore ainda mais.
  •  Experimente a sensação de alívio e o fortalecimento da auto-estima após concluir uma tarefa e perceba que livrou-se dela de maneira positiva, enfrentando-a.
  •  Para encorajar-se, pense no que vai deixar de ganhar ou no que pode perder caso não realize essa atividade. Se puder escrevê-las e avaliá-las seriamente, melhor.
  •  Se a tarefa for muito trabalhosa, divida-a em partes e vá realizando uma a uma, com um pequeno intervalo entre elas, e comemorando (sim!) a última concluída.
  • -Abra-se para o novo, deixando de agarrar-se às velhas experiências e crenças. O passado não volta mais; o presente é continuamente feito de novos desafios e o futuro é construído passo a passo pelas ações do presente. 
  •  Quando perceber que está querendo procrastinar de novo, proponha-se a atuar por apenas alguns minutos na ação que está tentando evitar. Pode ser que você perceba que não é tão desagradável quanto pensava e venha a vencê-la (touché!).
  • -Caso lhe seja por demais desagradável, dê-se uma pausa e passe a fazer algo útil (não pare de agir), mas determine quando voltará ao assunto pendente. 
  • A principal vitória é vencer a procrastinação em si. Trata-se de uma vitória para a vida inteira, como a daquela criança que um dia perde o medo do escuro.


* Alessandro Vianna é psicólogo clínico e sente um enorme prazer em estudar e entender o comportamento humano. Clique neste link para conhecer melhor o seu trabalho. 


FONTE:
http://br.mulher.yahoo.com/procrastina%C3%A7%C3%A3o-%C3%A9-um-dist%C3%BArbio-cr%C3%B4nico-e-prejudicial--mas-f%C3%A1cil-de-ser-vencido.html

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O QUE FAÇO CONTRA PROCRASTINAÇÃO


Esse é um dos meus maiores desafios... principalmente quando "tenho bastante prazo para entrega dos resultados do serviço"... e com o tempo fui descobrindo formas de vencer isso:

1- Estimulo a ansiosidade... 

(Eu considero isso o antibiótico da procrastinação, pois se eu ficar pensando no que pode acontecer se eu não fizer o serviço direito ou fora do prazo por estar procrastinando, eu trabalho se parar, eu ate mesmo usei bastante isso para estudar para provas importantes, por isso nunca reprovei...)




2- torno o serviço mais fácil possível antes de começar (como eu sou contador, eu tenho que mexer com uma papelada daquelas.. então eu sempre coloco tudo na ordem e simplifico bastante antes de começar)

3- fico na posição mais confortável possível (eu sei que não vai fazer muito bem a coluna, mas é melhor que não trabalhar)

4- faço algo interessante e construtivo antes de começar o serviço, mas algo bem discreto (Só uso isso quando tenho nenhuma tarefa com prazo que me deixe ansioso, Eu anoto na minha caderneta os próximos posts do blog. No Maximo, isso demora meia hora, pois as idéias fluem como água... e assim trabalho bem tranqüilo e com ernegia, já que assim eu usei minha cota de criatividade do dia)

Lembrando de que ao acabar de fazer isso, deve tirar totalmente essas coisas de vista, para que trabalhe bem.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O MENINO E OS PATINS


 Certa ocasião, havia um menino que tinha adoração por patins. Era tudo o que ele queria na vida. Pediu, pediu, tanto fez, que um belo dia eis que conseguiu...


Ficou muito feliz com o par de patins... não desgrudava dele um minuto. Era dia e noite, o menino e os patins. Só que no primeiro tombo, no primeiro arranhão, ele ficou com medo de estragar os patins e resolveu guardá-los. Os patins ainda eram a coisa que ele mais queria. O que ele mais gostava de fazer era estar com eles. Mas ele preferiu apenas ficar olhando e não usar mais para não estragar.

O tempo foi passando e os patins guardados. Passaram-se anos e o garoto esqueceu os patins. Então, em um belo dia, ele se lembra, sente saudades e resolve recuperar o tempo perdido. Vai até o armário, revira tudo e finalmente encontra os patins. Corre para calçá-los e aí tem uma terrível surpresa. Os patins não cabem mais no seu pé. O menino, acometido de profunda tristeza, chora e lamenta os anos perdidos que não vai mais poder recuperar. Poderia sim, comprar outro par, mas nunca seriam iguais àqueles.

Assim como o menino da história, são as pessoas.

Guardam sentimentos, com medo de vivê-los, de se machucarem e depois, quando resolvem retomar este sentimento, muitas vezes ele já passou de sua melhor fase.

Aqueles patins eram especiais para o menino... eram únicos! Por mais que comprasse outros, não iriam ser iguais. Deixe as bobagens de lado, as brigas, os ressentimentos e viva o amor hoje. O que importa é ser feliz!

Não guarde os patins... talvez hoje ainda haja tempo... amanhã poderá ser tarde demais...


(Autor Desconhecido)







quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

MINHA VIDA NA TV: FILME "CLICK"

Eu ja tinha pensado nisso bem antes do surgimento deste blog, assim agora surgiu na minha cabeça de novo...

Se voce pensar bem, o controle do filme "CLICK" pode ser comparado com o TDAH...

É apenas algo para se entreter e refletir...


*Piloto automático:

Quando ele esta para enfrentar algo chato (como no almoço com os pais), sua mente avança no tempo e seu corpo fica no "piloto automático" (muito familiar não é?)

Quando ele fica no piloto automático, a mulher dele chega até a reclamar com o psicólogo do casal que ele fica que nem um zumbi olhando para o nada... (HIIII)

*Mute

Quando algo esta muito irritante (como a mulher falando ou o cachorro latindo) ele tem a opção de usar o "Modo sem som", simplesmente não escuta...

*Relembrando momentos

Ao relembrar de momentos vividos, ele se desprende totalmente da realidade e se ve no instante em que estava fazendo algo.

*Vendo as coisas de maneira diferente

No meio da seminário do serviço ele quer tornar as coisas mais interessantes e fica vendo a realidade com outros olhos, como mudar a voz de quem fala, muda a aparência do seminarista ou a linguagem, e em uma ocasião, acaba rindo sozinho e sem ter motivo algum para quem esta a sua volta ( Deja vú hein?!)

*Ocorre quando não quer

No filme, o controle aprende sobre o dono e se ativa automaticamente em situações em que o dono geralmente o usa, mesmo o dono não querendo (assim como o TDAH)

*Não tem como se livrar

Ele tenta se livrar do controle, mas não consegue, e ele sempre aparece onde menos se espera (Assim como no TDAH)

*Tenta Viver logo o futuro

Ele quis logo desfrutar de sua promoção do serviço e pede para o controle o levar logo até lá (Assim como um TDAH sonha com o futuro)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

28 LIÇÕES DE VIDA PARA MEUS FILHOS ANTES DE MORRER

 O hit do momento da internet são as dicas que um professor de gramática inglês "Paul Flanagan" deixou aos seus filhos antes dele morrer.

São um total 28 dicas, nas quais 7 tinham parecidas no MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA DO DDA e 1 eu não recomendo...

A seguir a lista um pouco comentada:




“Nessas últimas semanas, depois de saber de meu diagnóstico terminal, procurei encontrar em minha alma e em meu coração maneiras de estar em contato com vocês enquanto vocês crescem.
Estive pensando sobre o que realmente importa na vida, e os valores e as aspirações que fazem das pessoas felizes e bem-sucedidas. Na minha opinião, e vocês provavelmente têm suas próprias ideias agora, a fórmula é bem simples.
As três virtudes mais importantes são: lealdade, integridade e coragem moral. Se aspirarem a elas, seus amigos os respeitarão, seus empregadores o manterão no emprego, e seu pai será muito orgulhoso de vocês.
Estou dando conselhos a vocês. Esses são os princípios sobre o quais tentei construir a minha vida e são exatamente os que eu encorajaria vocês a abraçar, se eu pudesse.
Amo muito vocês. Não se esqueçam disso. 


 1- Seja cortês, pontual, sempre diga “por favor” e “obrigado”, e tenha certeza de usar o garfo e a faca de maneira correta. Os outros decidem como tratá-los de acordo com as suas maneiras.  (Parecido com o 21 do manual)

2- Seja generoso, atencioso e tenha compaixão quando os outros enfrentarem dificuldades, mesmo que você tenha seus próprios problemas. Os outros vão admirar sua abnegação e vão ajudá-lo.  (Parecido com o 16 do manual)

3- Mostre coragem moral. Faça o que é certo, mesmo que isso o torne impopular. Sempre achei importante ser capaz de me olhar no espelho toda manhã, ao fazer a barba, e não sentir nenhuma culpa ou remorso. Parto deste mundo com a consciência limpa. (Parecido com o 21 do manual)

4- Mostre humildade. Tenha a sua opinião, mas pare para refletir no que o outro lado está dizendo, e volte atrás quando souber estar errado. Nunca se preocupe em perder a personalidade. Isso só acontece quando se é cabeça-dura. (Parecido com o 35 do manual)

5- Aprenda com seus erros. Você vai cometer muitos, então os use como uma ferramenta de aprendizado. Se você continuar cometendo o mesmo erro ou se meter em problema, está fazendo algo errado.

6- Evite rebaixar alguém para outra pessoa; isso só vai fazer você ser visto como mau. Se você tiver um problema com alguém, diga a ela pessoalmente. (Parecido com o 26 do manual)

7- Suspenda fogo! Se alguém importuná-lo, não reaja imediatamente. Uma vez que você disse alguma coisa, não pode mais retirá-la, e a maioria das pessoas merece uma segunda chance. (Parecido com o 13 do manual)

8 - Divirta-se. Se isso envolve assumir riscos, assuma-os. Se for pego, coloque suas mãos para cima.           
9- Doe para a caridade e ajude os menos afortunados que você: é fácil e muito recompensador.

10- Sempre olhe para o lado bom! O copo está meio cheio, nunca meio vazio. Toda adversidade tem um lado bom, se você procurar.

11- Faça seu instinto pensar sempre sempre em dizer ‘sim’. Procure razões para fazer algo, não as razões para dizer ‘não’. Seus amigos vão gostar de você por isso.

12- Seja gentil: você conseguirá mais do que você quer se der ao outro o que ele deseja. Comprometer-se pode ser bom. (Parecido com o 16 do manual)

13- Sempre aceite convites para festas. Você pode não querer ir, mas eles querem que você vá. Mostre a eles cortesia e respeito.

14- Nunca abandone um amigo. Eu enterraria cadáveres por meus amigos, se eles me pedissem… por isso eu os escolhi tão cuidadosamente.

15- Sempre dê gorjeta por um bom serviço. Isso mostra respeito. Mas nunca recompense um mau serviço. Um serviço ruim é um insulto.

16- Sempre trate aqueles que conhecer como seu igual, estejam eles acima ou abaixo de seu estágio na vida. Para aqueles acima de você, mostre deferência, mas não seja um puxa-saco.

17-Sempre respeite a idade, porque idade é igual a sabedoria.
18- Esteja preparado para colocar os interesses de seu irmão à frente dos seus.

19- Orgulhe-se de quem você é e de onde você veio, mas abra a sua mente para outras culturas e línguas. Quando começar a viajar (como espero que faça), você aprenderá que seu lugar no mundo é, ao mesmo tempo, vital e insignificante. Não cresça mais que os seus calções.

20- Seja ambicioso, mas não apenas ambicioso. Prepare-se para amparar suas ambições em treinamento e trabalho duro.

21- Viva o dia ao máximo: faça algo que o faça sorrir ou gargalhar, e evite a procrastinação.

22- Dê o seu melhor na escola. Alguns professores se esquecem de que os alunos precisam de incentivos. Então, se o seu professor não o incentivar, incentive a si mesmo.

23- Sempre compre aquilo que você pode pagar. Nunca poupe em hotéis, roupas, sapatos, maquiagem ou joias. Mas sempre procurem um bom negócio. Você recebe por aquilo que paga. (não recomendo)

24- Nunca desista! Meus dois pequenos soldados não têm pai, mas não corajosos, têm um coração grande, estão em forma e são fortes. Vocês também são amados por uma família e amigos generosos. Vocês fazem o seu próprio destino, meus filhos, então lutem por ele.

25- Nunca sinta pena de si mesmo, ou pelo menos não sinta por muito tempo. Chorar não melhora as coisas.

26- Cuide de seu corpo que ele vai cuidar de você.

 27-Aprenda um idioma, ou pelo menos tente. Nunca comece uma conversa com um estrangeiro sem primeiro cumprimentá-la em sua língua materna; mas pergunte se ela fala inglês!

28- E, por fim, tenha carinho por sua mãe, e cuide muito bem dela.


 FONTE:

http://colunas.revistaepoca.globo.com/mulher7por7/2011/07/23/pai-deixa-28-licoes-de-vida-aos-filhos-antes-de-morrer/

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

CARREIRA COM OU SEM CRIATIVIDADE?


As carreiras que exigem criatividade são as que mais recomendam para os TDAH'S trabalharem...

Mas já olharam todos os lados da moeda?




*COM CRIATIVIDADE

Posso incluir neste ramo não só as carreiras artísticas, mas também outras carreiras que a criatividade pode realmente fazer um profissional muito respeitado, como professor (métodos criativos para ensinar) ou publicitário (propagandas criativas), promotor de eventos e etc.

Esse é o ramo mais recomendam para os TDAH'S trabalharem.

Até eu já pensei assim, que deveria ter feito publicidade ao invés de contabilidade, já que várias vezes tenho boas idéias e que teria uma carreira possivelmente mais promissora assim.

Agora, nem tudo são flores...

TEMPO BOM, COLHEITA BOA, TEMPO RUIM...

Tomando as palavras de willy wonka do filme "A fábrica de chocolates"

"_Eu faço o doce que sinto vontade, quando me sinto péssimo os doces saem péssimos"


Muita coisa pode acontecer e passar na sua cabeça neste ramo de carreira... Você pode perder o interesse do seu serviço, você pode passar por grandes angustias.. No qual tudo isso tira a "força" mental” que gera a criatividade...

Eu mesmo acho que nesta semana meus posts poderiam ser bem melhores, mas digamos que meu emocional não esta muito legal ultimamente...

*SEM CRIATIVIDADE


Posso ressaltar que na maioria dos empregos de exatas e ciências humanas é possível sim usar criatividade, principalmente para tornar o serviço mais fácil, mais ágil e melhor, ou quem sabe na criação métodos inovadores, dependendo do caso.

Apesar de tudo, nesse ramo de empregos os momentos de criatividade são bem menos úteis, sendo exigida ausência total de erros e ineficiências.

MUDANÇA RADICAL

Nesse ramo, não podemos nos enganar tentando seguir vários padrões de pessoas normais, temos que entender como funciona nossa mente, nos adaptar e nos transformar. Sem contar que até aprender tudo isso tera sacrificado muita coisa, a menos que goste mesmo do serviço.




CONCLUSÃO:

O que eu quero passar com isso? Que nós não podemos escolher o caminho que acharmos mais fácil, neste caso terá que descobrir e escolher a carreira que você goste ou que esta apto a gostar, pois assim será muito difícil cair ou deixar-se abalar por futuras conseqüências de sua escolha

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

NÃO SOU UM GAROTO "ESPECIAL"....(se é que me entende)


UMA VEZ EU LI NUM SITE (QUE NÃO LEMBRO QUAL) UMA DICA PARA TDAH's:

"SEMPRE QUE TIVER QUE PREENCHER FORMULÁRIOS PEÇA A ALGUÉM PARA PREENCHER PARA VOCÊ"


EU SÓ IMAGINEI A CENA :

EU NO BANCO E A ATENDENTE PEDE PARA EU PREENCHER O FORMULÁRIO, E EU FALO:

"PREENCHE PARA MIM?"

JA DÁ PARA IMAGINAR O OLHO TORTO DELE ME OLHANDO...


EU ME CONSIDERO MUITO HUMILDE, MAS NÃO A ESSE PONTO.

ENTRETANTO EXISTEM CASOS QUE RECOMENDO UMA AJUDA DE UM NORMAL,

CASOS QUE NÃO EXIGIRÁ SÓ CONCENTRAÇÃO, MAS ESPERTEZA DO MESMO NÍVEL PARA LIDAR COM OUTROS ESPERTINHOS...
DIGAMOS QUE VOCÊ QUEIRA COMPRAR UM CARRO, OU QUEM SABE PEDIR UM EMPRÉSTIMO NUMA FINANCEIRA...

RECOMENDO QUE NUNCA VÁ SÓ...

JÁ DEVEM SABER DO TANTO DE TRAMBIQUEIROS INFILTRADOS NESSES RAMOS, E EU ADMITO QUE PODERIA SER ENGANADO COM JUROS ABUSIVOS ESCONDIDOS EM CÁLCULOS COMPLEXOS, OU PROPAGANDA ENGANOSA...

O CASO É NÃO EXAGERAR EM TERMOS DE AJUDA, NEM PARA MAIS NEM PARA MENOS...


(Desculpem a letra maiúscula... é que quando notei ja estava no meio de todo o texto, e estou sem tempo para refazer tudo isso)

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

SONHAR PODE CAUSAR DOENÇAS???


Como eu costumo dizer... toda pergunta pode ser respondida com um "depende..."

Neste caso, Depende do que você faz quando sonha...

Assim, seriam doenças causadas indiretamente pelos sonhos,

Eu mesmo, por uns tempos, quando ficava pensando em musicas, tive a infelicidade de começar a ranger dentes no ritmo da musica que estava sonhando...

Resultado...


Distúrbio Têmporo Mandibular


 
Hoje não posso abrir muito a boca, ou seja, nada de comer 1/3 de um Big Mac numa mordida só sem ouvir uma instalada forte... (mas ta bem melhor que antes, que doia)


Claro que tem outras formas... estalar os dedos, ou quem sabe, sonhar no meio da rua (quase fui atropelado este ano por causa disso)
 
Caso conheçam outras formas, só comentar...

Acho que solução para isso que resolva (resolveu para mim) é um objeto de controle...

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

COMORBIDADES

   

A presença de comorbidades (outros distúrbios associados) em crianças e adolescentes pode acontecer em mais de 50% dos casos e piora muito o quadro do TDAH.



TDAH com Transtorno Desafiador Opositor (TDO)
[Acho que ja tive quando pequeno]

    
É a maior comorbidade encontrada em crianças e adolescentes. Sua incidência pode chegar à 65% dos casos de TDAH dos quais 63% são meninos e 32% são meninas.

Caracteriza-se por um comportamento desafiador e opositivo com relação às figuras de autoridade, principalmente pais e professores. Para enfrentar e desobedecer aos comandos destes, violam regras, mentem, podem ser agressivos, desrespeitando limites e direitos alheios. Esse comportamento resulta em respostas punitivas, raivosas, descontroladas às quais crianças e adolescentes revidam descontroladamente.

Geralmente sentem-se injustiçados por tantas críticas e punições, gerando uma maior baixa auto-estima, mais agressividade, maiores taxas de disfunção escolar e transtornos anti-sociais.

TDAH com Transtorno de Conduta (TC)



Embora a incidência desse transtorno com TDAH não seja tão grande como no caso do TDO, é mais temido em função de ser bem mais grave. Essas crianças/adolescentes têm suas relações familiares, sociais e escolares muito deterioradas. Podem mentir freqüentemente, fugir de casa ou da escola, roubar, ser cruéis com animais e/ou seres humanos (podendo até matar).

Têm interesse precoce e exagerado por sexo. Podem ter sido vítima de estupro. Há grande risco de apresentar abuso ou dependência de substâncias psicoativas.

TDAH com Abuso de Substâncias




O abuso de drogas é significativamente maior entre os portadores de TDAH. A impulsividade, a baixa auto-estima, a necessidade de sentir-se aceito, o sentimento de incapacidade e a desmoralização são condições que predispõem ao uso de drogas. Geralmente têm pouca expectativa de sucesso futuro e aceitação social.

TDAH com Distúrbio de Sono [Tenho de vez enquando]



A cabeça de quem tem TDAH é sempre invadida por um "turbilhão" de pensamentos que parecem nunca dar descanso, nem mesmo na hora na hora de relaxar e dormir. Aliás é nessa hora que "o cobrador interno" costuma aparecer com mais intensidade: "- Eu tenho que isso, aquilo...", "- Não posso me esquecer de...", ou: "- Por quê falei isso ou fiz aquilo?" e no lugar da tranqüilidade, do sono, vem a ansiedade.

Pode ocorrer em até 75% dos portadores, casos de insônia ou sono conturbado, inquieto, gerando um cansaço e uma indisposição muito grande durante o dia seguinte: o acordar é um drama e assistir às aulas, pior ainda. A falta de sono aumenta a desatenção e a agitação, comprometendo mais o rendimento escolar, os relacionamentos pessoais, além da saúde física e mental.

É fundamental que a criança ou adolescente faça uma atividade física regularmente, reduza seu peso (caso esteja elevado), durma de lado e desligue o computador pelo menos 1 hora antes do horário previsto para dormir. No caso específico do adolescente, deve eliminar o cigarro, a cafeína e bebidas alcoólicas.

TDAH com Depressão [Tive]



Tem um alto índice de depressão em crianças e adolescentes com TDAH. Expressa-se por humor triste ou irritável, fadiga, alterações no sono e/ou no apetite, lentidão psicomotora, perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas e culpa excessiva.

Pode acontecer retraimento social, submissão, dificuldade em ir para a escola, irritabilidade e agressividade.

Em crianças menores, a depressão pode se manifestar por diminuição no crescimento e ganho de peso.

Adolescentes deprimidos tendem a apresentar alterações de conduta e abuso de álcool e drogas.

TDAH com Transtorno de Humor Bipolar




Essa comorbidade, aliada ao TDAH em crianças e adolescentes, aumenta a inadequação social e o risco de suicídio.

No transtorno bipolar há oscilação entre depressão e mania. Sobre a depressão acabamos de falar no tópico acima. A presença de mania faz com que as explosões de raiva sejam mais graves, com manifestação de agressividade muito intensa contra pessoas ou objetos. Muitas vezes esses sintomas são confundidos com transtorno desafiador opositor, transtorno de conduta, de personalidade e até mesmo com psicose.

TDAH com Transtorno de Ansiedade [Tive]



O transtorno de ansiedade acontece quando os medos ou preocupações passam a ser excessivos, causando prejuízo na adaptação acadêmica, social e familiar.

Estão sempre preocupados com tudo: com seu desempenho escolar, se fizeram algo errado, até mesmo com futuro: se seus pais se separarem, etc.

Eventos cotidianos também podem gerar extrema ansiedade e sofrimento, tais como: ir ao médico, ao dentista, andar de elevador, viajar, dormir na casa de um amigo(a), relacionamento familiar conturbado, etc.

A ansiedade generalizada cronificada piora os sintomas de falta de concentração e memória.

Quando não tratados os transtornos de ansiedade na infância/adolescência, podem transformar-se em depressão maior na idade adulta.

TDAH com Transtorno de Tiques [Tenho um pouco]



Os transtornos de tiques podem ser:

Transtorno de Tourette, tique motor crônico (exclui tique vocal), tique vocal crônico (exclui o tique motor) e transtorno do tique transitório.

O TDAH aparece freqüentemente em pacientes com tiques, mas a maioria dos pacientes com TDAH não têm tiques.

Estima-se que de 70% a 90% das crianças com transtorno de Tourette tenham também TDAH. No entanto, pequena parcela dos casos com TDAH tem transtorno de Tourette: ele acarreta dois ou mais tiques motores e pelo menos um vocal, ocorrendo no mínimo por um ano. Costuma aparecer entre os 2 e 15 anos.

O transtorno de tique transitório tem duração de no máximo um ano.

O psicoestimulante de 1ª indicação (Metilfenidato) é contra indicado para pacientes com tiques, podendo exacerbá-los.

TDAH com Desordem na Comunicação [Tenho partes]

Há três categorias distintas dentro da Desordem na Comunicação:

Distúrbio da fala (Disfasia) – Há uma dificuldade no controle motor da fala, manifestado por alterações na modulação do volume da voz, fala acelerada e alterações articulatórias ("a cabeça funciona mais rápido do que a boca consegue falar").

Distúrbio na linguagem (Dislexia) – Acontecem problemas na produção ou compreensão dos enunciados, falhas no processamento da informação.
O vocabulário costuma ser limitado. A maioria dessas crianças terá problemas no aprendizado da leitura e da escrita. Além dos sintomas do TDAH essa comorbidade dificulta ainda mais o rendimento escolar.

Dificuldade na escrita (Disgrafia) – Decorre da falta de coordenação motora muitas vezes presente no TDAH bem como na má organização espacial e dificuldade de planejamento no traçado. A caligrafia costuma ser ruim. Geralmente as dificuldades da linguagem oral refletem-se na linguagem escrita.

 FONTE:
http://www.universotdah.com.br/criancas/tdah_comorbidade_criancas_adolescentes.htm