quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

PEREGRINANDO (19) RECUPERANDO AS CORES DA MINHA VIDA E ACEITANDO AS MINHAS IDAS E VOLTAS


A tempos atras, eu prometi a mim mesmo não seguir mais tendencias do meu TDAH,

Nisso estava incluído:

Não ficar mais naquela montanha russa:



Fiquei reflexivo naquela frase:

"O TDAH dificilmente termina oque começa"

Seguindo uma lógica que eu estava pensando... se eu sei que através do trajeto que estou seguindo, voltarei ao mesmo lugar de onde eu saí, porque eu continuaria andando em círculos?

Assim, eu decidir me fixar no meu hobby atual (sax alto) e aprende-lo totalmente e não desviar deste caminho.

Se eu quisesse prazer que eu fosse buscar em videogames e etc.


Mas duro me foi recalcitrar contra os aguilhões... foram meses em que a vida perdeu a cor, e os perfumes se esvaíram...

 quantas vezes eu estava deitado na cama me perguntando:

"porque tenho de ir trabalhar?"


Que erro idiota eu cometi, quer dizer então que eu devo deixar de comer hoje pois amanha voltarei a sentir fome?

Precisamos de motivação, precisamos ser hedonistas para seguirmos em frente, para compensarmos os esforços que fazemos todos os dias (responsabilidades), não transformamos nossos hobbys em responsabilidades.

Digo, precisamos das nossas recompensas por estarmos lutando nessa vida de "modo hard". (jogadores de videogame entenderão)


A questão é:

Se não for prejudicial á saúde, "basta que seja na hora certa e o lugar certo"


Se eu pensar direito, eu posso entender que não estarei dando uma volta, e sim várias, no bom sentido, mesmo que não termine, conhecimento e prazeres irei adquirir, e neste caso não importa os fins e sim os meios.





Eu que sou solteiro, e não tenho tantos gastos quero sim gastar meu dinheiro e comprar um outro instrumento para aprender (ainda não sei se será sax soprano, violino, violão  ou trompete)

A minha profissão eu não pretendo mudar, por mais chato que seja (já pensei em mudar para publicidade), pois é isso que coloca meu pão na mesa. mas nos meus hobbys, quem manda sou eu, tanto faz se ando em círculos quadrados ou qualquer outra forma geométrica.


Mas que coisa dificil é essa de aprender as coisas sozinho, pois uma das primeiras coisas que aprendi ao me deparar com o TDAH, é que não posso seguir os passos dos outros, que andam reto, pois minhas pernas são tortas como as do Garrincha, (mas isso não garante que não faça gols que nem ele).


Mas ao me referir "caminhar sozinho", quero dizer, com alguem "como eu", e que esteja "fisicamente" ao meu lado, que me compreenda, que me veja nele, boa parte das pessoas possuem aquele amigo do peito.



Bom, não é atoa que escolhi esse nome para o blog (mesmo que depois de registrar eu tenha descoberto que ja existia site famoso com nome igual), pois, nossa vida é num universo TDAH, de modo diferente da maioria, na qual as leis do nosso universo é diferente da dos normais, no qual outros não compreenderão, e se apenas usarmos as deles como referência, nos perderemos em confusão.


FATO (6)


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

TESTE DE IMAGINAÇÃO E LÓGICA



Se uma espada que é capaz de cortar qualquer coisa atingisse um escudo que é impossível ser danificado, oque aconteceria?

(obs: pensem bem na resposta, pois estabeleci 2 regras que tem de ser seguidas na resolução)




Postem nos comentários oque conseguirem imaginar


Eu postarei as minhas respostas la tambem


FILME DDA/TDAH (3)


A Menina no País das Maravilhas
(Phoebe in Wonderland)


Eu ainda não assisti este filme, mas pelas sinopses, que andei lendo, vi que entre alem de apresentar as sindromes de tourette e TOC a protagonista tambem demonstra possuir traços de TDAH, como sonhar acordada....


aqui vai uma sinopse:

Phoebe Lichten (Elle Fanning) sonha em participar da peça "Alice no País das Maravilhas", que será encenada na sua escola, mas é sempre rejeitada pelos colegas de classe. Isto faz com que seu comportamento piore cada vez mais, preocupando seus pais, Hillary (Felicity Huffman) e Peter (Bill Pullman). Eles tentam ajudar a filha, mas Phoebe prefere se esconder em suas fantasias. Aos poucos, ela passa a confundir a realidade com seus sonhos.


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

TIRINHAS (120 A 123)

E NO FINAL, SEMPRE SABEREI COMO SERIAM AS COISAS EM CADA CAMINHO QUE PODERIA TER SEGUIDO...


AINDA BEM QUE APRENDI A USAR UM SENSOR MENTAL DE "ISSO VAI CAIR NA PROVA"



O PROBLEMA É SEMPRE QUE NÃO VÊE



SE PUDESSEM VER OS PENSAMENTOS DE UM TDAH...NUNCA MAIS VERIA TV...RSRS

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Diagnóstico de hiperatividade e déficit de atenção devem ser olhados com cuidado


Uma pesquisa americana mostrou um resultado preocupante em relação a hiperatividade e déficit de atenção. Em crianças da pré-escola, que tem esse diagnóstico, o tratamento apresenta resultados apenas nos primeiros anos.

Mais informações:

http://globotv.globo.com/globo-news/estudio-i/v/diagnostico-de-hiperatividade-e-deficit-de-atencao-devem-ser-olhados-com-cuidado/2402176/

OBS: VIDEO

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

ARTIGO- Estimulantes para tratar deficit de atenção



A chance de os remédios contra a doença darem "barato" é mínima e, sem isso, não há vício

O deficit de atenção é um transtorno real, que afeta, em graus variados, de 0,5% a 5% das pessoas, dependendo dos critérios de diagnóstico (no Reino Unido, onde os critérios são mais estritos, a incidência parece mínima; nos EUA, onde o diagnóstico é mais liberal, a incidência parece duas vezes maior).

Como tantos transtornos, o deficit de atenção também é para o resto da vida e, portanto, não tem cura, apenas tratamento. Se soa ruim, eu diria que (1) o tratamento existe (não é ótimo?) e (2) ele é tão eficaz que muita gente por aí quer usá-lo sem ter necessidade. Trata-se de metilfenidato ou anfetamina -e é aqui que vários pais cruzam os braços e começam a suspeitar do médico que quer dar estimulantes para seus filhos.

O primeiro impulso de resistência é compreensível. Afinal, estimulantes são drogas pró-dopaminérgicas como a cocaína, que estimulam não só o córtex pré-frontal, tão importante para a atenção, como também o sistema de recompensa -daí seu potencial de dar "barato" e, assim, levar ao vício. Mas não é isso que o tratamento faz.

Como o transtorno vem de uma necessidade de dopamina, doses baixas de metilfenidato ou anfetamina apenas trazem o cérebro de volta ao nível normal de funcionamento. É nesse momento que os pacientes descrevem uma sensação "mágica" de tranquilidade, como se o mundo finalmente parasse de pular ao seu redor. Ler um texto até o fim é subitamente trivial, sem dez pensamentos competindo com cada palavra. Fazer uma prova torna-se possível.

Mais importante, contudo, é que há diferença entre esses estimulantes e drogas como a cocaína, que faz com que o efeito "recreativo" dos estimulantes seja muito menor.

Ingeridos em comprimidos ou absorvidos pela pele, metilfenidato e anfetamina agem aos poucos e levam uma boa dezena de minutos para surtir seus efeitos, tanto sobre a atenção quanto sobre a motivação. Sem o coice dopaminérgico propiciado, em comparação, pela inalação de cocaína, a chance de esses estimulantes de ação lenta darem "barato" é mínima. E, sem barato, não há vício.

Aos pais hesitantes, portanto: se há uma necessidade real -e o diagnóstico precisa ser muito bem-feito-, tratar seus filhos com estimulantes não é viciá-los, e sim dar-lhes a oportunidade de uma vida normal.

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/93350-estimulantes-para-tratar-deficit-de-atencao.shtml