sexta-feira, 11 de maio de 2012
(TESTE) CAPACIDADE DE RESOLUÇÃO
Bom, eu sempre gostei destes tipos de perguntas para desafiar a mente...
Quando escuto desafios deste tipo, minha mente fica correndo a mil tentando achar uma solução,
Pena que eu noto que as vezes minha mente deixa o óbivil escapar, ou então, se deixa pegar pela resposta mais adotada, na qual é muito boba.
Mas vamos la. Aqui vai um teste muito simples para que voce possa avaliar sua capacidade de resolucao de problemas:
João e José tem o mesmo número de vacas. Quantas vacas João tem que dar para José para que José tenha 6 vacas amais que João?
quarta-feira, 9 de maio de 2012
ARTIGO - QUE EU VIM FAZER AQUI MESMO?!
Você sempre entra em uma sala com algum propósito em mente – para consegui algo, talvez? – Apenas para esquecer completamente o que seria feito? Acontece que, se as portas são culpadas por este estranho lapso de memória isto é muito entranho.
Psicólogos da Universidade de Notre Dame descobriram que passar por uma porta dispara o que é conhecido como um “limite e eventos” na mente separando um conjunto de pensamentos e memórias a partir do próximo, assim como sair de um conjunto de pensamentos e memórias a partir do próximo, assim como sair por uma porta sinaliza o fim de uma cena em um filme.
Seu cérebro arquiva longe dos pensamentos que você teve na sala anterior, e prepara uma lousa em branco para a nova localidade. Limitar eventos mentais geralmente nos ajuda a organizar nossos pensamentos e memórias como nós nos movemos em o mundo contínuo e dinâmico, mas quando estamos tentando lembrar aquela coisa que veio aqui para fazer …ou se…ou talvez encontrar…podendo ser um fato frustrante.
terça-feira, 8 de maio de 2012
ARTIGO - A DIFERENÇA DE COMUNICADO PARA UM INSULTO É UMA EXPESSURA DE UM FIO DE CABELO
Uma coisa que sempre andei notando são os fatores que levam uma simples frase a ser considerado grosseria.
As vezes basta acrescentar uma palavra amais numa frase para ser considerada uma grosseiria
(Podem ser até mesmo palavras de expressão de espanto, irritação ou impaciência, como "poxa, caramba,pô, etc.")
Mas, o que mais entrou em destaque foi "o tom de voz".
Vou dar um exemplo:
Digamos que você trabalha numa biblioteca, e acabou colocando um livro em uma seção errada.
Imagine esses 2 casos, em é falado quase a mesma frase, no qual, o primeiro é dito com o volume da voz mais alto e no segundo é dito de forma mais baixa e mais calma:
1- Jorge, tem um livro no lugar errado, hein!! (O "hein" da um toque especial na grosseria)
2- Jorge, tem um livro no lugar errado!
Eu, geralmente sou calmo com as pessoas, mas eu notei que meu tom de voz alterava muito quando eu tentava ensinar um colega da faculdade que estava com dificuldades, se eu repetisse algo que já havia ensinado, ou se falasse algo e ele não entendesse, o volume da minha voz subia, e parecia um tanto grosseiro.
Claro que isso não é algo que possa ser considerado apenas TDAH, pois, eu mesmo, trabalho com gente no qual “todas” as suas frases soam em tons grosseiros. E assim que tive mais medo de ser visto como esta pessoa é vista.
Hoje opto sempre por falar sempre em tom mais baixo e calmo. o ruim é que as vezes exagero, e comentam que eu falo "para dentro", e as vezes não entendem o que eu falo.
Segue abaixo um fragmento de uma matéria sobre etiqueta que achei em um site:
A arte da conversação
Usar as palavras com habilidade é essencial no mundo dos negócios. Você pode ser um profissional brilhante, mas se comete erros gramaticais, de pronúncia e de vocabulário, engole palavras, tem uma inflexão falsa ou uma voz desagradável terá dificuldade em persuadir os outros a aceitar suas idéias ou a comprar seus produtos. Pode até mesmo ser esquecido quando se tratar de promoções e aumentos. Falar demais, interromper seu interlocutor para contradizê-lo ou sufocá-lo com opiniões categóricas e sair distribuindo conselhos sem que ninguém os tenha pedido - tudo isso deve ser abolido da conversação. "Para criar um clima de cordialidade, é preciso que o diálogo obedeça a um ritmo natural, um vaivém inteligente de réplicas, uma espécie de torneio no qual cada jogador tem a sua vez", diz Martha Calderaro em seu livro Etiqueta e Boas Maneiras (editora Nova Fronteira).
E se você quer realmente manter a boa convivência no trabalho e se preocupa em preservar sua imagem, não exagere no tom de voz e maneire nos gestos. Saiba ouvir, evite excesso de familiaridade (ou de franqueza), fofocas, reclamações e indiscrições. Também não há quem agüente mau humor, puxa-saquismo e autopromoção. Tem mais: fuja de gírias, expressões estrangeiras, jargões técnicos e, claro, palavrões e piadas longas ou de mau gosto.
Fonte de A arte da conversação:
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/regras-de-etiqueta-mulher/etiqueta-no-trabalho.php
segunda-feira, 7 de maio de 2012
DIFERENTE VS NORMAL (CARREIRA)
Resolvi fazer uma pesquisa em áreas de carreiras na net me utilizando dessa pergunta:
QUEM VOCÊ CONTRATARIA?
1- Uma pessoa propensa a erros de eficiência, entretanto, muito criativa e inovadora na resolução de problemas ou para crescimento do setor.
2- Uma pessoa com eficiência e criatividade normais.
O resultado ficou praticamente empatado.
Mas um lema meu é, que a resposta para quase tudo é "Depende!"
Neste caso: Dependeria de qual cargo estaria em jogo,pois, se fosse um do setor de publicidade, estaria praticamente garantido a vaga para o TDAH. Agora, um cargo na área de exatas por exemplo...
Entretanto, uma resposta que me chamou muito a atenção foi essa:
"Como já disseram, depende do cargo.
Mas uma pessoa criativa e inovadora não se pode " instalar" no organismo de outras pessoas e erros de eficiência podem ser resolvidos.
Tem que ter isso em conta
Espero ter ajudado ;)"
Ao pensar neste post, acabei me lembrando de quando passou esse minidocumentario no meio dos comerciais da Record sobre Dick Fosbury na época das olimpíadas.
Aqui vai um vídeo sobre ele:
Mas podemos ter certeza que o fator determinante da sua vitória foi a aplicação de uma idéia que fugia da normalidade.
PEREGRINANDO (15) SE SOLTANDO
Se as pessoas soubessem as doideras que faço quando estou sozinho no elevador, certamente me chamariam de doido.
Fazer oque, um dos poucos momentos dos meus dias em que estou sozinho, sem precisar seguir esses padrões da sociedade...
E claro, aproveitar que o elevador não tem câmera.... rsrsrs
COBRINDO A BRECHA DA CADERNETA E DO ALARME
Bom, o plano era anotar na caderneta as coisas que tem para fazer, e o alarme do celular tocaria todos os dias no inicio, quase no final do expediente e dependendo do caso, no horário da tarefa do dia, para lembrá-lo de olhar a caderneta.
O caso é, que eu acostumei tanto com o barulho do alarme, que, quando ele toca eu apenas penso no horário que ele toca e desligo sem nem pensar que é para olhar a caderneta.
Agora, segundo uma dica da net, vou fazer um "X" na mão usando uma caneta, assim terei além de um estimulo auditivo, um estimulo visual para me lembrar.
Vou testar e postar aqui os resultados.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
QUANDO EU OLHO PARA O NADA...
Talvez alguém que não seja TDAH já tenha te perguntado oque se passa na sua cabeça quando esta olhando para o nada...
Bom, a minha mente se reveza destas 2 maneiras:
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